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ENTENDA A IMPORTÂNCIA DE PRATICAR A SEGURANÇA DO PACIENTE

A Segurança do Paciente sempre esteve presente nos profissionais e gestores da área da saúde, enfermeiros, dentistas, fisioterapeutas, nutricionistas, entre outros, comprometidos em cuidar das pessoas.

Entretanto, nas últimas décadas diversos pacientes sofrem danos causados por falhas na assistência prestada pelos serviços de saúde.

Esses danos podem se traduzir em aumento de tempo de hospitalização, complicações no quadro e até mesmo levar à morte.

Estima-se que 1 a cada 10 pacientes sofram incidentes com infecção hospitalar causados por falhas.

Ao mesmo tempo, pudemos aprender que estes danos não são causados por profissionais da saúde, mas por problemas no processo de cuidados em saúde que exigem protocolos e ações que hoje são necessários para cuidar do paciente.

A importância da assistência à saúde

Os profissionais que prestam assistência aos pacientes são dedicados e comprometidos em conseguir bons resultados, porém os erros que levam danos aos pacientes são causados pelos processos do sistema de saúde desenhado com algumas falhas.

Diante deste cenário surge o trabalho nomeado como “Segurança do Paciente”, que é considerado o mais importante quando se fala em qualidade na assistência à saúde, entende-se tudo aquilo que é estudado e aplicado na prática para que os riscos desses danos diminuam até um nível aceitável, ou até mesmo que haja eliminação destes riscos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) prioriza dois desafios globais na área de Segurança do Paciente, são eles:

 

segurança do paciente

Passo a passo para uma assistência eficaz

A Segurança do Paciente é um tema popular entre os gestores dos serviços da saúde e à equipe de enfermagem, preocupados em otimizar a assistência à saúde do paciente através de cuidados relacionados aos procedimentos realizados por todos dentro do hospital.

Pensando nisso, o Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo (COREN – SP) e a Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente (REBRAENSP) indicam 10 passos para a Segurança do Paciente:

1. Identificação do paciente;

2. Cuidado limpo e cuidado seguro: Higienização das Mãos;

3. Cateteres e sondas: Conexões corretas;

4. Cirurgia segura;

5. Sangue e hemocomponentes: Administração segura;

6. Paciente envolvido com a segurança;

7. Comunicação efetiva;

8. Prevenção de queda;

9. Prevenção de úlcera por pressão;

10. Segurança na utilização da tecnologia.

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